viagem.

diário de viagem: inhotim.

03:54

Como eu disse no post passado meu maior objetivo em ter ido para Minas Gerais durante o feriado foi visitar Inhotim. Para quem não sabe eu trabalho com Museologia, estudo esse ramo no momento e gosto muito de conhecer novos museus; Inhotim é um centro de arte contemporânea que integra um parque com pavilhões de obras (e algumas ao ar livre) que tinha muita vontade de conhecer!
O complexo fica na cidade de Brumadinho, a cerca de 1h30min, 2h de Belo Horizonte; chegando em Belo Horizonte peguei um ônibus de linha (que passa no Centro da cidade, Avenida Amazonas), que custou cerca de R$8, mas foi uma viagem exaustiva, o ônibus demorou cerca de 1h para chegar, mais 2 horas para chegar lá, no calor, de pé, dando voltas desnecessárias até a rodoviária da cidade de Brumadinho. Para Inhotim saem ônibus de viagem mesmo da rodoviária de Belo Horizonte, mas é bom ficar atento aos horários pois me parece que só tem às 8:30h e às 11h da manhã, por isso optamos pelo ônibus de linha, pois esses horários não nos atendiam, a companhia Saritur faz o trajeto por cerca de R$30 (saindo de dentro do parque até a rodoviária de BH), foi com eles que fizemos a viagem de volta a Belo Horizonte com muito mais conforto.

Parque e alguns pavilhões e obras

Pavilhão Adriana Varejão


Recomendo dois dias de visita ao parque é um complexo enorme, cheio de pavilhões bem espalhados e difícil de ver tudo em um dia só, mesmo que na correria, o que não é o ideal. Para quem só tem um dia, ou não quer andar as grandes distâncias lá dentro, há a possibilidade de alugar transporte em carrinhos de golfe por R$25.
Meus pavilhões e obras favoritos foram do Cildo Meireles, Adriana Varejão, Lygia Clark, e os com obras do Tunga como o True Rouge. Mas o parque é enorme mesmo, com muitas obras e artistas interessantes. É muito bacana que mesmo dentro dos pavilhões, as obras em ambiente controlado, em muitos deles há vidros, e toda uma interação com o parque.

Algumas das minhas obras e pavilhões favoritos

Como separei dois dias para visitar o parque acabei passando uma noite na cidade de Brumadinho, tive um problema de hospedagem (uma reserva confirmada que chegando lá não estava feita) muito chato no Hostel 70, e acabei indo passar essa noite na Pousada Lafevi, que recomendo muito, um ambiente tranquilo e confortável.
Recomendo muito para quem gosta e está aberto a arte contemporânea, lembrando que é interessante dar uma pesquisada nos artistas, para que mesmo que você conheça o parque inteiro você já sabia mais ou menos o que pode te interessar mais.

viagem.

diário de viagem: belo horizonte.

06:26

Aproveitei o feriado do dia 12 de Outubro, emendei uns dias de folga no trabalho e fui passar 4 dias em Minas Gerais. O objetivo da minha viagem era conhecer Inhotim, mas aproveitei para passar 2 desses dias em Belo Horizonte também.
Foi uma viagem rápida e eu queria ter aproveitado um pouco mais da cidade, até porque eu gosto muito de visitar parques e museus e como fiquei lá segunda e terça, segunda é um dia que esses locais estão em manutenção. Então esse foi um dia que aproveitei para conhecer as praças da cidade, bater perna pelo Centro, ir ao Mercado Central (e me abastecer de delícias mineiras), coisas assim.
Fiquei hospedada no Hostel Samba Rooms, em um quarto privado (eles também tem quartos coletivos), e gostei bastante, recomendo para quem quiser, é um local limpo, tranquilo e principalmente bem localizado em uma região central, há umas 3 quadras da Praça da Liberdade por exemplo, e me permitiu fazer praticamente tudo a pé.
Cheguei pelo aeroporto de Confins e lá peguei um ônibus executivo pela companhia Conexão Aeroporto , por cerca de R$30 que parava há 10min a pé do hostel, bem fácil mesmo e valeu a pena, pois o aeroporto fica numa região afastada; fiz o mesmo tramite para a volta.
Praça da Liberdade e  Museu de Artes e Ofícios

Na terça-feira pela manhã fui direto ao Complexo da Pampulha, pegando um ônibus de linha - 5106 na Praça da Liberdade, ele para em frente ao Mineirão (não fui, mas é possível visitar o estádio por dentro) e na frente da Igrejinha de São Francisco, que foi onde desci.
Andei bastante por ali, mas é bem cansativo porque a lagoa é mesmo muito grande. Há um ônibus circular pela lagoa, mas ele demora demais mesmo para passar (cerca de 1 hora), acho que vale mais a pena pegar um táxi por ali, mas é um passeio gostoso que vale a pena, visitei a Casa de Baile e também o Museu de Arte.
Igrejinha São Francisco de Assis, Museu de Arte e Casa de Baile na Pampulha

No centro de Belo Horizonte, no mesmo dia fui ao Museu de Artes e Ofícios, ao Parque Municipal e ao Palácio das Artes; fui a pé a todos eles e tinham entrada gratuita. Como foram apenas 2 dias, uma viagem mais rápida e já fiquei com vontade de ficar mais tempo para conhecer a cidade ainda melhor.

base.

base dream wonder nude maybelline.

14:53

Na minha última viagem para fora, no fim do ano passado, trouxe essa base de farmácia da Maybelline, a Dream Wonder Nude para testar. Ela é daquele tipo que tem óleos na fórmula, que você deve chacoalhar antes de usar para que se misture aos pigmentos, que marcas de luxo como Armani e Lancôme tem, então estava curiosa com esse tipo de base.
A consistência/ textura é super hiper líquida, ela vem num vidrinho com um aplicador tipo espátula para espalhar na pele. Como ela tem essa tecnologia com óleos etc ela é gostosa de aplicar, parece algo sedoso, e nada oleoso ou grudento, espalha fácil e rende bem.

O acabamento dela é lindo, se funde a pele e deixa um acabamento sequinho, mas não 100% matte, a pele fica bonita, semi matte. Eu tenho a pele bastante oleosa e usei bastante essa base durante o inverno, com o tempo mais seco e frio minha pele também estava pedindo algo mais emoliente e deu super certo; para peles normais a secas acho que é ideal o ano inteiro. A cobertura é média, e mesmo cobrindo a maior parte das minhas imperfeições deixa o aspecto bem natural.

A duração também me surpreendeu, em dias frios durou praticamente o dia inteiro, já usei agora com o clima mais quente também, e não durou tanto, mas se manteve bem digna, mais até do que algumas bases caras que tenho. Minha cor é a 10 Ivory (sou NW20 na MAC para um parâmetro comparativo) e a cor deu bem certo para mim. Acredito que ela não tenha tanta tecnologia envolvida na fórmula quanto as suas "primas ricas", mas é uma base diferente e muito boa, paguei cerca de 10 euros e recomendo muito para quem for viajar ficar de olho.

avon.

esmalte da semana.

06:20

O escolhido da semana é um esmalte antiguinho (não reparem no vidrinho já com o rótulo apagando), o Luxo e Poder da Avon. Para essas unhas fiz questão de tirar uma foto de close do vidrinho porque ele parece um duochrome roxo esverdeado digno de esmalte gringo mesmo.

Mas nas unhas esse efeito infelizmente não aparece, ele vira um roxinho metálico simpático, mas sem aquele brilho verde super diferente, então, infelizmente é meio decepcionante. Foi um esmalte fácil de passar e limpar, na primeira camada parece meio ralo, mas com duas camadas ficou com uma boa cobertura, e também secou rápido. 

passado.